Governador · Pernambuco
PROFESSORA CAMILA
MARIA CAMILA DA SILVA FALCÃO
Compromisso com os trabalhadores
UNIDADE POPULAR (UP)
- Nascimento
- 07/06/1989
- Gênero
- FEMININO
- Estado civil
- SOLTEIRO(A)
- Cor/raça
- BRANCA
- Escolaridade
- SUPERIOR COMPLETO
- Ocupação
- HISTORIADOR
Serviço Público e Direitos dos Trabalhadores
O que o plano de governo propõe
O plano de governo da candidatura de Professora Camila (UP) para Pernambuco apresenta um forte alinhamento com a defesa do serviço público estatal, propondo a reversão imediata de processos de privatização e concessões em setores estratégicos. O texto destaca o fim da privatização do metrô do Recife e da Compesa, além da reestatização da Celpe e o encerramento do uso de organizações sociais (OSs) na gestão da saúde pública. No âmbito trabalhista, a proposta defende o fortalecimento do funcionalismo por meio da realização de concursos públicos estatutários, valorização dos profissionais da educação e da saúde — incluindo o respeito ao piso e à jornada de 30 horas para a enfermagem —, e a criação de frentes públicas de trabalho para a execução de obras de infraestrutura com garantia de direitos trabalhistas.
Atuação e histórico
Maria Camila da Silva Falcão, conhecida como Professora Camila (UP), é historiadora, professora e ativista de movimentos sociais, sendo candidata ao governo de Pernambuco nas eleições de 2026. Em sua trajetória pública e sindical, atuou no movimento estudantil como coordenadora-geral do DCE Odijas Carvalho de Souza da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e como presidenta da União dos Estudantes de Pernambuco (UEP Cândido Pinto). É também cofundadora e vice-presidente estadual da Unidade Popular (UP), além de atuar na coordenação do Movimento de Mulheres Olga Benário e integrar pautas do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB).
Em termos de propostas programáticas voltadas ao serviço público e aos direitos dos trabalhadores registradas para o pleito de 2026, a candidata defende o fim dos repasses de recursos públicos para Organizações Sociais (OSs) na administração de hospitais estaduais, a reestatização integral da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), a extinção de concessões e cobranças de pedágio em rodovias estaduais, e a criação de conselhos populares de trabalhadores.